Para montanhistas, mochileiros e aventureiros, o site Trilha Virtual abre espaço para troca de informações sobre lugares e dicas de passeios. Basta enviá-las para o email trilhavirtual@yahoo.com.br !
SUDOESTE DA ÁFRICA – Por Melissa Jacques (texto e fotos):
“Em 2011, atravessei o sudoeste da África, saindo da Cidade do Cabo. Descobri que é muito mais fácil fazer mochilão na Europa, África do Sul e, principalmente, na Ásia. Na África, além do nível baixo de segurança, você precisa ter paciência de um monge! Certa vez, voltando de um carnaval em Arraial d’Ajuda, parei na estrada e pedi um misto quente. Depois de 15 minutos, o malandro veio e me perguntou se era de queijo ou de quejo com presunto… imagina isso multiplicado por 1000! Isso é a África, onde até orelhã
o é arrancado por elefante. Tirando os perrengues, registrei belas fotos, entre elas quando dobramos o Cabo da Boa Esperanca, o que foi molezinha… e o Vasco da Gama fez o maior drama por causa disso…! Foi bem emocionante estar ali, como se em algum momento você entrasse num livro de históri
a e ficasse viajando nas lembranças: Bartolomeu Dias, caminho para as Índias… muito bom! O ponto alto do dia foi o almoço com dois babuínos grandes, que invadiram uma casinha onde paramos para comer. Eles ficavam tentando roubar nossa comida. Depois, achamos toda a família! Existe uma patrulha chamada Baboo Rangers que resgata babuínos, se eles entrarem na sua casa. Tá louco! Imagina acordar com um ao seu lado? Num outro dia, na Zâm
bia, saí de barco com um guia até bem perto de Victoria Falls, uma das 7 maravilhas do mundo. Nadamos pela Devil’s Pool até um trecho sem muita correnteza e onde dá para ficar pendurado no limite da queda d’água da catarata! O barulho é ensurdecedor! Isso sim é felicidade! Deu medo do cara me largar, mas a sensação é incomparável… é bizarra a força da natureza! Em um outro passeio, já na fron
teira entre o Zimbábue e Zâmbia, pensei: ‘tem coisas na vida que a gente realmente se arrepende de ter feito!’ Bungee Jump de 111 metros, com corda poída, que arrebentou dois meses depois… NUNCA MAIS! Sobrevivi (sem orgulho)! Quando li pela internet que ela arrebentou durante o salto de uma turista australiana, que caiu em um rio infestado de crocodilos, até chorei! Ela nadou contra a correnteza com os pés ainda amarrados à corda, mas ainda bem que conseguiu chegar à margem do rio e se salvar. Passei também por B
otswana, onde os animais por todos os lados têm a preferência nas estradas de terra: burros, babuínos, vacas, cobras, avestruz, antílopes… Num outro dia, dormimos em um hotel que parecia estar no meio da Amazônia! Vi leopardos deitados em baixo da árvore esperando o melhor momento para subir e comer babuínos (sim… eles e os leões escalam árvores!) e descobri que o hipopótamo é o bicho mais sinistro e matador! Entrei escoltada pelo guia local até o quarto, que era uma
tenda, pois poderíamos ser ataca
dos por elefantes ou outro bicho qualquer! Podíamos ver os bichos passando ao redor da tenda! Tínhamos uma buzina no quarto para apertar se o elefante chacoalhasse a tenda! E no primeiro dia vi uma cobra verde na minha varandinha! É um continente que nos faz entender um pouco a raiz humana e suas reais necessidades. Se quiser ver mais fotos e ler outras aventuras, bastar entrar no blog Bife e Mel pela África!”
MORRO MÃE CATIRA E PICO 7 – Por Reginaldo Mendes (texto e fotos):
“Deixamos nossas mamães em casa, justamente no domingo de maio em homenagem a elas, em 2011, e fomos para o Morro Mãe Catira e o Pico 7. Começamos a fazer trilha às 9 horas. Em menos de 40 minutos de subida, quando passávamos pelo primeiro e único rio, tropecei com o pé esquerdo e o meu pé direito também entrou na dança. Eu ia cair de uma altura de mais de 15 metros que terminaria num vale cortado pelo rio. Agarrei-me onde pude e evitei a queda. Percebi que meu dedo tinha cortado profundamente e sangr
ou muito. Will fez o curativo e perdeu o medo de sangue. A decisão era minha de continuar ou parar ali mesmo. Susto superado e adrenalina lá em cima… continuamos! O tempo estava bem feio, uma serração bem forte tomava conta de tudo e não dava para ver nada. Chegamos ao Mãe Catira depois uma longa caminhada. Estávamos todos encharcados. Começ
amos a descida para o Pico 7 e o alcançamos em uma hora de caminhada. O lugar tem pouco espaço, e achamos apenas uma clareira disponível. Will ficou em cima de uma pedra em forma de plataforma e eu coloquei a minha barraca no único espaço que tinha. Patrick também tinha levado a dele, mas não encontrou outra clareira e dormiu na minha. Ainda no início da noite, acordamos com um forte vento, principalmente onde o Will estava, e ficamos preocupados. O céu já estava estrelado e o vento não era frio. Era possível ver as luzes de Morretes e Antonia, o trem passando pelo Viaduto do Carvalho e pelo Rochedinho. Apreciamos tudo aquil
o e voltamos para a barraca. Will nos acordou às 6 horas, quando o sol estava nascendo. Tiramos algumas fotos, preparamos um café bem forte e nos alimentamos, pois sabíamos que o retorno seria pedreira. Nossa preocupação era o ônibus: a chance de não pegarmos o Graciosa era grande. Em três horas de retorno estávamos na chácara do Espalha Brasa. Decidimos então ir até a BR-116, onde a possibilidade de pegar o tra
nsporte para Curitiba era bem maior. Foram 5 km de caminhada e em uma hora estávamos no portal de Morretes. Paramos para comer um pastel, comprei uns dois quilos de pinhões e tomei um refri bem gelado: foi o mais gostoso que já tomei. Depois, passamos pelo portal, andamos uns 800 metros e encontramos um bom lugar para esperar o ônibus. Às 15 horas ele passou. Se fosse o Graciosa, esperaríamos até a
s 17h para pegá-lo. Foi a decisão correta, pois nesse horário já estávamos em casa descansando. Mais uma missão cumprida e, aos meus parceiros de caminhada Will e Patrick, os meus sinceros agradecimentos. Sem eles, provavelmente, eu não teria registrado esse passeio no blog Montanha Ativa. Todo cuidado é pouco e temos que respeitar a natureza. Mesmo com experiência, é preciso ficar atento, pois um tropeço pode machucá-lo e muito”.
VISCONDE DE MAUÁ – Por Waldyr Neto (texto e fotos):
“Com o início da temporada de 2008, resolvemos curtir um friozinho gostoso lá em Visconde de Mauá, linda região montanhosa que fica encostada no Parque Nacional do Itatiaia. No primeiro dia, encaramos a forte subida da Pedra Selada, com 1.755m de altitude. A montanha tem dois cumes rochosos e uma pedra no meio, que lembra uma sela. Daí o nome Pedra Selada. A subida é linda por uma trilha bem aberta que passa por várias cachoeiras na mata. É também bem íngreme, principalmente na metade final. São cerca de 600 metros de desnível vertical, vencidos em cerca de 3 horas. A vista do cu
me vale o esforço. Ao sul todo o Vale do Paraíba. A oeste o Planalto de Itatiaia. E ao norte a região de Bocaina de Minas, com o Vale do Rio Preto, rio que nasce nos pés das Agulhas Negras e desce a serra passando por Maromba, Maringá, Visconde de Mauá… até desaguar no Rio Paraibuna. As estradas de lá são todas de terra,
garantindo uma diversão extra com nossos jipinhos. No dia seguinte, curtimos as cachoeiras, entre elas a do Marimbondo. A caminhada começa no Vale do Pavão e sobe forte a encosta do Planalto do Itatiaia. As águas são geladíssimas, consideradas as mais frias do lugar. Cheguei a dar um mergulho, mas a s
ensação era de agulhas no corpo. Fechamos o passeio no lendário ‘escorrega da Maromba‘. Na volta, comemos umas trutas e retornamos para Petrópolis, já com saudades de Visconde de Mauá. No Blog das Aventuras do Didi e da Gi, compartilho relatos e fotos das nossas viagens, caminhadas e escaladas”.
MORRO ARAÇATUBA – Por LC Theossi (texto e fotos):
“Após 6 meses de molho por causa de um pé esquerdo quebrado no futebol, voltei às escaladas no fim de janeiro de 2011 e registrei no Blog do Montanhista a subida até o cume do Morro Araçatuba, que fica no município de Tijucas do Sul, a aproximadamente 50 km de Curitiba. Uma das montanhas mais frias do Paraná, recebendo ventos sul sem nenhuma barreira, ela oferece poucas d
ificuldades na subida: alguns paredões exigem bastante das pernas, mas nada técnico. O pessoal costuma subir de noite para evitar o sol que bate de frente para a montanha, pois existem poucas árvores (somente no começo da trilha). A duração da caminhada é entre 3 e 5 horas, dependendo do prepar
o físico e do peso da mochila. O visual é magnífico do alto dos seus 1.680 metros, sendo possível ver a Baía de Guaratuba e pequena parte do litoral catarinense. Um tapete gigante de capim rasteiro espalha-se por quase todo o corpo da montanha até o cume. Tivemos alguns imprevistos, como uma vare
ta da barraca que quebrou, o que nos deixaria expostos ao vento e à chuva. Mas conseguimos, depois de algum tempo e bolhas nas mãos, dar um jeito e consertamos a barraca. De noite, não faltou o tradicional gnocc
hi ao molho bolonhesa regado a um vinho… e choveu um pouco, mas a temperatura manteve-se estável, sem o frio rotineiro. E também teve a estreia de minha nova iluminação. De manhã, logo às 6 horas, o cume estava todo tomado pela neblin
a, que logo dissipou-se e deixou o visual claro. Assim, contemplamos o amanhecer. Às 10h30, nos despedimos do cume do Araçatuba e iniciamos a descida. Às 12h30, chegamos ao carro para voltarmos ao mundo real, em Curitiba. Mas nunca dizendo adeus, e sim um até logo para uma das montanhas mais gostosas e bonitas do Paraná! Nós, montanhistas, fazemos isso tudo por amor ao esporte e para ajudar a todos que já conhecem ou querem começar nas fantásticas montanhas!”
VALE SAGRADO DOS INCAS - Por Rachel Ramires (texto e fotos):
“Quando finalmente caí no mundo e comecei a viajar, todos começaram a pedir dicas, seja pela coragem e ousadia, seja pela astúcia de fazer belos programas gastando menos e ainda assim curtindo muito, às vezes com algum luxo e comprinhas. Um dos passeios que registrei no meu blog, Essa Menina Viaja, foi pelo Vale Sagrado dos Incas, que passa por Písac e Ollantaytambo, nos Andes peruanos. Em Písac existem ruínas muito antigas e os terraços em níveis onde eram feitas as culturas de alimentos nos val
es. É realmente impressionante a simplicidade e a praticidade com a qual os incas aprenderam a lidar numa terra que, apesar de fértil, era extremamente acidentada e sujeita a tremores frequentes. Os terraços em forma de escada descem vertiginosamente pela montanha e, segundo o guia, ali plantavam-se diversos tipos de alimentos, pois a temperatura mudava conforme a altura do terraço. Do topo ao fundo, poderia haver variação de até 8 graus Celsius. Após Písac, o passeio segue para
as ruínas de Ollantaytambo, que quer dizer em Quechua ‘aqui quedamos‘, um local onde os incas habitualmente paravam no meio do caminho para Machu Picchu. As ruínas são impressionantes e as histórias, mais ainda. Note no detalhe das fotos a cabeça do imperador inca esculpida na montanha com sua respectiva coroa, do lado esquerdo e, à direta, uma tumba inca. Outra coisa que me impressionou foi a coincidência (ou não) do desenho formado pelos terraços no Vale de Ollantaytambo que, de fato, sugere uma lhama sentada, figura que - para os incas - representa fertilidade, pois a lhama quando está fértil fica nessa posição para acasalar. Em vários locais e ruína
s podemos encontrar estranhas marcas nas pedras que serviam para indicar os solstícios e equinócios (para os menos entendidos, o início das estações do ano). Invariavelmente, o início do verão era indicado quando a sombra preenchia uma cavidade que representava o feminino, enquanto o sol representava o masculino. Nesse encontro, eles sabiam que o início do verão era o período da fertilidade do solo. Por fim, peguei um ‘táxi‘, que na verdade é uma moto com cadeirinha atrás, e fui pra estação de trem até Águas Calientes, a cidade mais próxima de Machu Picchu”.
AURORA BOREAL EM OSLO – Por Leonardo Doria (texto e fotos):
“A caça à aurora boreal já virou esporte nos países situados às proximidades do círculo polar ártico. Enquanto muitos estrangeiros têm que pagar muito para visitar a Noruega e a Finlândia (dois países que apostam no turismo boreal), os brasileiros que moram nesses países podem tirar proveito desse fenômeno espetacular com custos muito menores. E eu vi! A primeira vez que vi a aurora boreal foi em 2006, na minha primeira viagem a Tromsø, quando estava andando no mei
e de repente vi as luzes verdes pairando pelo céu. Como a maioria das primeiras vezes, não tinha experiência, não sabia como as luzes se comportavam e não aproveitei muito. Minha segunda vez foi no início de 2012, enquanto eu tentava dormir. Ao navegar pelo meu telefone, vi o status de um amigo em Trondheim. Ele comentava a beleza da aurora boreal que ele acompanhava em sua cidade. Entrei no twitter e procure
i a hashtag #nordlys (aurora boreal), e vi que pessoas em toda a Noruega comentavam o espetáculo. Depois entrei na página da Universidade do Alasca, que mede a intensidade da aurora boreal, e vi que o fenômeno podia ser observado até no norte da Alemanha. Por volta da 1h30 da madrugada, levantei da cama e fui até o Kampen Park, o ponto mais alto e também mais isolado e escuro do meu bairro. Olhei em direção ao norte (logo acima da rampa d
e esqui de Holmenkollen) e vi uma mancha verde pouco definida. Aos poucos ela foi se definindo e formando 2… 3 faixas no céu, e de repente desapareceu. Depois de 5 minutos, em uma t
emperatura de -7 °C, decidi voltar pra casa e as luzes surgiram em 3 pontos diferentes no horizonte e começaram a se movimentar. Um espetáculo incrível, ainda mais especial pelo fato de poder vivenciá-lo a 5 minutos de casa. Saiba mais no jornal da comunidade brasileira na Noruega, o Preto no Branco!”.
GROUSE GRIND, CANADÁ – Por Pedro Tavares Ribeiro (texto e fotos):
“Mais um dia frio e chuvoso em Vancouver, mas isso não pode intimidar se você está visitando a cidade no inverno. Era um domingo de abril e ainda estava escuro quando acordei. Tomei café-da-manhã enquanto todos da casa ainda estavam dormindo e parti numa longa – mas confortável – viagem até a Grouse Mountain. Após um ônibus, um SkyTrain (metrô de superfície), SeaBus (balsa) e outro ônibus, finalmente cheguei à base da montanha. Chegando lá tive uma péssima visão: o portão de entrada da trilha estava fechado e tran
cado! Um conhecido já havia me avisado que isso deveria acontecer, mas também disse que existia uma rota ‘alternativa’. Essa outra entrada não era tão fácil de encontrar, então fui até a bilheteria do bondinho (gôndola) para pedir informações. Lá mesmo o funcionário confirmou que a trilha estava fechada por causa das condições climáticas, mas que se continuasse beirando o portão por mais alguns metros encontraria outra entrada. Após encontrar o acesso,
iniciou-se a subida de 2,9km. Segundo dados da trilha, são 2830 degraus até o topo e o ganho em altitude é de 853 metros! Se não bastasse, neste dia a chuva fina continuava e tornava a subida lenta e escorregadia. Como eu estava há muito tempo sem me exercitar, o cansaço bateu rapidamente! Ao ver a placa de que ainda estava na metade do caminho, bateu um pequeno desespero, mas a aventura prosseguiu. Ao aproximar-se de ¾ de subida, a neve começou a aparecer no chão, torn
ando a subida mais lenta ainda. Eu já estava completamente molhado e com frio quando finalmente alcancei o topo. Lá, no grande espaço de apoio aos esquiadores, há restaurante, lojinha e outras coisas. Inclusive, há o mais importante: lareira! Após lanchar, comprei o bilhete do bondinho de volta (o valor naquele dia era $ 5,00). Recomendo muito a trilha, pr
incipalmente para quem não quer pagar a viagem de subida do bondinho (na época custava $ 39,00). Mas se você não é muito chegado numa aventura, eu não recomendaria ir na época de inverno ou quando o tempo estiver muito ruim. Também não se esqueça de se informar sobre o ‘Bear Habitat‘, o qual só fui descobrir sobre depois”.
PIRENÓPOLIS (GO) - Por Humberto Moreira (texto e fotos):
“Vi seu blog, achei bem legal e percebi grande dedicação em manter a página atualizada. Compartilho no blog Aventura Carioca experiências de viagens, caminhadas, escaladas e muita
atividade emocionante, com todos os amigos que gostam de aventura, contato com a natureza, adrenalina e diversão. Em uma viagem para Pirenópolis em 2008, estávamos acampados na cachoeira do Rosário, um lugar simplesmente encantador, lavando o corpo, a mente e a alma. Adoro tomar banho de ‘cachu’… de paix
ão! É revigorante! Almoçávamos em um simples ranchinho: confesso que lá provei uma das comidas mais gostosas da minha vida, toda preparada no fogão a lenha com muito carinho. Em um outro dia de aventura, fizemos rapel na cachoeira: descida sensacional em meio à queda d’água. Eu não conseguia parar e, assim que terminava de descer
, voltava correndo pela trilha para rapelar novamente… muito bom! Reservamos um dia para fazer trilhas pelo cerrado, uma vegetação encantadora. Após algumas horas de caminhada, a natureza nos presenteou no fim da tarde com um dos visuais mais fantásticos que já pude ter”.
ESCALAVRADO, TERESÓPOLIS (RJ) – Por Mathews Puga (texto e fotos):
“Atualizo o Blog do Puga, que é um espaço destinado à divulgação de esportes relacionados ao ecoturismo, principalmente do Mountain Bike e do Montanhismo. É um prazer em ter um relato de uma aventura minha em seu blog. No dia 17 de abril de 2010, um sábado, um grupo de 14 pessoas foi a Teresópolis para subir o Escalavrado, uma pedra muito interessante que fica ao lado do Dedo de Deus, localizado na Serra dos Órgãos.
Nesta aventura utilizamos botas e roupas impermeáveis, mochilas de ataque e uma corda de escalada. Registrei diversos momentos com a minha câmera fotográfica. Este grupo, formado a partir da comunidade ‘Travessia Petrópolis-Tere’, do Orkut, contava com 4 pessoas de Nova Friburgo: eu, Marcelo Puga, Marcelinho e Eroildo. Nos encontramos às 5 horas da manhã e partimos para Teresópolis. Ao chegarmos à cidade vizinha, paramos no mirante, tiramos algumas fotos e sentimos aquele frio típico da serra. Logo depois nos encontramos com o restante do pessoal que veio do Rio e Niterói, e com
eçamos a trilhar pela pedra. Um começo íngreme, que exigia preparo físico e uma certa noção de escalaminhada. Seguimos os grampos e a inclinação aumentava cada vez mais, enfrentando grandes dificuldades. Foi preciso utilizar uma corda e, depois de uma hora e meia de escalaminhada – mais escalada do que caminhada -, os grampos sumiram. A trilha simplesmente não existia. O que desconfiávamos se confirmou: estávamos em uma via de escalada chamada Aperitivo, 5 VI E3. R
apelamos o trecho que utilizamos a corda e procuramos outra entrada para a subida do Escalavrado. Por volta de meio dia, após ligarmos para um amigo do Eroildo que conhecia o caminho, descobrimos a trilha. De forma prudente, resolvemos não subir. Estava muito quente e provavelmente não daria tempo de nos aventurarmos de forma segura antes do pôr do sol. Mesmo não conseguindo chegar ao cume, valeu a pena! O lugar é fantástico, o dia estava perfeito e todos curtiram o pedaço de escalaminhada. Deu para suar!”
ALFAVACA E PONTUDA (ILHAS TIJUCAS-RJ) – Leo Dias (texto e fotos):
“O seu blog é bem legal. E eu sempre gostei de trilhas, mas agora estou ficando apaixonado. Tanto que criei em 2009 o blog A Matrilha, com relatos de passeios servindo somente como curiosidade e informação complementar. E um deles é sobre as Ilhas Tijucas. Cansado de admirá-las da praia da Barra da Tijuca fui conhecê-las de perto. Saí perto do queb
ra-mar e fui direto para a Ilha Pontuda. Uma bonita enseada, mas logo vi meu plano de subir o pico frustrado. A vegetação é extremamente densa. Todavia, há um pequeno farol no pico… na próxima vez vou descobrir o acesso. A melhor para desembarcar é a Alfavaca. Ilha fantástica: possui uma gruta, bem alta e com uns 15 metros de profundidade, semi-submersa. Ao lado
dela, há uma fenda que propicia um mergulho legal. Após sofrer um bombardeio de cocô de gaivotas, o melhor estava por vir. Na face voltada para o continente, há uma outra fenda, desta vez completa. Forma-se então uma faixa estreita entre dois paredões, que em algu
ns trechos não chega a 2 metros. É imperdível e lotado de aves marinhas! Dá ainda para subir pelas pedras e mergulhar em águas verdes e claras do canal que existe ali. Ah, cuidado com os ouriços na hora de subir! Isso tudo a 2 km da praia. Inacreditável! Ao voltar para a praia, percebi que tinha esquecido a máscara na ilha quando subi pela pedra para tirar fotos. Mas eu não tinha disposição para voltar. Valia a pena, só que eu não aguentava mais”
PARQUE ESTADUAL DO IBITIPOCA (MG) – Felipe Torredeflot (texto e fotos):
“Não tinha ouvido falar desse local até que uma colega de trilhas me disse que iria com um grupo para lá. Pesquisando na internet, achei fantástico e não tão distante do Rio de Janeiro. O Parque de Ibitipoca, no município de Lima Duarte, fica a aproximadamente 70 km de Juiz de Fora (MG), sendo que cerca de 23 km são de estrada de terra. Arrumei a mochila e parti, um pouco apreensivo, pois não conhecia o local e desconfiei que me desencontraria do grupo. Porém, a falta de conhecimento prévio da região não me atrapalhou, pois
todo o Parque é muito bem sinalizado: grutas, cachoeiras, pontos de interesse e distâncias são conferidas sempre nas placas durante o percurso. O mapa, distribuído no Centro de Visitantes na sede do Parque, também possui maquete eletrônica, informações sobre o ecossistema, ilustrações do solo, figuras da fauna e flora, gruta virtual, vídeos educativos e ma
terial para pesquisa. Aconselho para quem deseja fazer para esse passeio que reserve 3 dias para conhecer todos os circuitos, que são: Circuito das Águas (5 km), Pico do Pião (10 km) e Janela do Céu (16km). Mas andei mais que isso! No 1° dia fiz o circuito mais longo (Janela do Céu). No 2° dia, além de ter feito o Circuito das Águas, voltei à Cachoeirinha, que faz parte do Circuito Janela do Céu, por ser, sob meu ponto de vista, o melhor atrativo. No 3° dia fiz o Circuito Pico do Pião: mirantes, cachoeiras, grutas não faltam nessa aventura. Mas prepare chapéu, protetor solar, água, lanche e muita disposição para caminh
ar, pois não dá vontade de parar de explorar! Quem não tem experiência em trilhas, aconselho contratar um guia local para maior segurança e aproveitamento de melhores caminhos, dicas e história do lugar. Dentro do Parque há um camping, mas há várias pousadas próximas ao Parque e na Vila de Conceição do Ibitipoca, para quem não dispensa conforto. Basta acessar o site do Parque para se organizar e curtir visuais variados e espetaculares“
SERRA DO VULCÃO, NOVA IGUAÇU (RJ) – Daniel Oliveira (texto e fotos):
“Vi seu blog e gostei, você foi a lugares muito bonitos. Eu faço caminhadas em trilhas há mais de 10 anos. Gosto muito de natureza, mar, montanha, cachoeira, viajar e conhecer novos lugares, e atualizo o blog Pés à Trilha. Quando fiz a trilha da Serra do Vulcão pela primeira vez, em Nova Iguaçu, o ponto de encontro foi em frente à Universidade Iguaçu (UNIG). O grupo começou a subir por volta de 8h30. Fomos num ritmo moderado e conseguimos cheg
ar ao pico onde fica a rampa de voo livre por volta 11h. Ficamos cerca de uma hora e meia na rampa tentando ajudar o cara do parapente a decolar, pois o vento não estava favorável. Após a decolagem, fomos em direção ao segundo pico. Para isto, tivemos de voltar um pouco pela estrada que leva até a rampa e pegamos uma trilha que já não era
usada há muito tempo. Em uma parte descampada, o mato estava alto e mal víamos a trilha. Em outros trechos havia árvores caídas… depois de duas horas chegamos ao Parque Natural de Nova Iguaçu, onde descansamos um pouco e tomamos um banho bem gelado na cachoeira. M
as ainda tinha uma longa caminhada de volta: descemos um pouco pela estrada do Parque e pegamos outra trilha de volta até a estrada que vai à rampa de voo livre, mas já chegamos na metade dela. Por fim, descemos sem muita pressa, saindo novamente em frente à UNIG“
TRAVESSIA DA JUATINGA, EM PARATY (RJ) – Thais Lima (texto e fotos):
“Éramos oito. Roteiro escolhido: Travessia da Juatinga, dentro da Área de Proteção Ambiental do Cairuçu, em Paraty. Umas duas horas de barco pela costa verde até o ponto de partida da Travessia, a Ponta da Juatinga. Saltamos em um pequeno luga
rejo com casinhas de pescadores, os ‘caiçaras’. Rumamos para o Farol da Juatinga. A trilha era aberta e o sol de 15h castigava. Estava muito quente, mas o caminho era curto. Logo chegamos ao topo, com uma vista 360°. Depois, praia da Sumaca. Caminhada leve, de mais ou menos 1h30. Um pequenino pedaço de paraíso, uma prainha só nossa, onde acampamos. Uma cachoeira no cantinho da pr
aia virou nosso chuveiro. No 2° dia, partimos para Martins de Sá, uma praia grande. Pernoitamos no camping do Seu Maneco, fig
ura queridíssima por lá. O 3° dia começou bem cedo: seria o mais puxado. De Martins de Sá, passaríamos pela Praia do Cairuçu, pequenina faixa de areia habitada por caiçaras, indo até a Ponta Negra, praia mais ‘turística’. No início do caminho, pausa para banho no poção. Uma piscina natural gostosíssima e bem gelada, de uma cachu que corria lá do alto. No Cairuçu, o melhor duchão de toda a travessia. Os pescadores improvisaram uma com bambu e a água da cachu caía forte, tal qual uma Paineiras à beira-mar. Depois, a subida que nunca acaba. A recompensa foi boa. Na Ponta Negra a praia homônima, Praia Negra:
barzinhos pé-na-areia, turistas na medida certa, uma vila de pescadores. Ficamos por ali e no 4° dia fomos explorar a região. Descobrimos lugares incríveis. Impossível descrever. Na
noite do 4° dia, conseguimos uma casinha para pernoitar. E no 5° dia, hora de ir embora. Pegar trilha até Laranjeiras, onde um busão nos levaria de volta a Paraty. Mas no caminho passaríamos pelas Galhetas, uma praia em formação toda de pedras com cachoeira, onde caiu o helicóptero do Ulisses Guimar
ães. Depois, Praia dos Antigos e Antiguinhos, Praia do Sono e Praia Vermelha de Laranjeiras, destino final. Essa última não veríamos, o acesso é fechado. O importante é ir até o final, conhecer lugares de tirar o fôlego e sentir o corpo chegar à exaustão. No blog Mulher de Ciclos ajudo a difundir a importância do uso da bicicleta“
MACHU PICCHU, PERU – Lucas Santos (texto e fotos):
“Ao todo, foram 5 dias e 5 noites. Com a volta, mais um dia (de trem). Fui com dois amigos e um guia local. É necessário ir com um guia, porque é uma trilha muito difícil. Eu tinha uma garrafa de 2 litros de água, que durante a subida pesa muito! Qualquer coisa pesa, ar rarefeito… aí, quando a água acabava, eu enchia num rio, e jogava
duas pastilhas purificadoras de água corrente. Comida era o que o guia preparava, mas não é suficiente para quem come bem, passei fome… então, é bom ter umas frutas e barras de cereal também! Dormíamos em points estratégicos posicionados no fim de cada dia de caminhada. Estes locais já contam com tenda, mas você tem
de ter saco de dormir, além de bons casacos, meias e luvas. Tínhamos muitos medicamentos, porém só precisei de dorflex para aliviar dores no corpo e de cabeça. Por causa da altitude, eu mascava folhas de coca que comprei, apesar de o guia também ter levado as dele. O gosto é amargo, ruim demais. A trilha chega a uma altitude de 4.650 metros. Foi muito difícil subir o Wayna P
icchu, cujo pico está por volta de 2.720 metros acima do nível do mar. Além disso,
eu já estava muito desgastado da Trilha Salkantay, que tem percurso de cerca de 70 km e é uma rota fascinante até Machu Picchu. Quando vi Machu Picchu embaixo de mim, eu pensei: ‘Foi o maior esforço físico da minha vida!’. Enfim, essa viagem vale a pena: barata e com vistas deslumbrantes! O lugar é realmente espetacular! Mas não é para qualquer um… esforço físico tremendo! Acredite… valeu a pena, mas eu NÃO faria de novo!”
RAPEL NA CACHOEIRA DA FEITICEIRA – Alessandra Roza (texto e fotos):
“Foi a primeira vez que pratiquei rapel. E de cara fiz numa cachoeira na Ilha Grande (RJ), um lugar que eu amo! Um dia após mergulhar e
ntre os mais lindos recifes de Angra dos Reis (RJ), encarei pela segunda vez a trilha partindo de Abraão. Mas, desta vez, me aventurei pelas cordas que dividem espaço com espécies raras da natureza! Sempre com aquele sentimento de estreia. A adrenalina ao despencar… e em seguida estar confortável como em
uma “cadeira de balanço” é indescritível! São 15 metros de queda d’água! O medo vai dando lugar à paz naquele lugar fantá
stico! E a força da água no corpo é uma verdadeira terapia que culmina com o mergulho entre as pedras! É capaz de sanar toda preocupação e revigorar qualquer pessoa para mais um ano de muita energia. Tudo isso graças ao profissionalismo do instrutor Marcelo, que faz jus ao nome da sua empresa Não Deixando Rastros, sempre zelando pela conservação do local e apoiando a prática do ecoturismo. Agora, quero fazer mais vezes em pontos no Rio e em Niterói!”
COSTÃO DE ITACOATIARA – Thiago Ibelli (texto e foto):
”A subida começa numa trilha pela mata que durou 15 minutos. Depois, se estendeu por mais 15 minutos pela pedra. Tem alguns trechos íngremes, mas dá para ir devagar, num ritmo adequado para cada um. Em 30 minutos já foi possível curtir essa vista, num dia em que o mar estava inacreditavelmente bonito! Só não recomendo fazer essa trilha em dias com possibilidade de chuva, pois a pedra fica realmente escorregadia. Além de Itacoatiara, é possível ver as praias de Camboinhas, Piratininga e, mais ao fundo, o Rio de Janeiro (Pão de Açúcar). Recomendo a todos que façam uma visita a Niterói!”
PICO DA TIJUCA - Por Alex Soares (texto e fotos):
“Nesse dia eu fui com a minha esposa, até então minha namorada. Era a primeira vez que ela iria passar pela trilha em busca do Pico da Tijuca, o segundo ponto mais alto da cidade do Rio de Janeiro. Eu, morador da Tijuca, já havia passado por lá algumas vezes e sempre foi gratificante. É encantador de
sde o momento em que entra na floresta, mesmo de carro. Depois, já na trilha a pé, a imensidão de árvores, o ar que se respira e a energia que vem da terra te dão forças para continuar subindo e chegar ao topo. Um momento especial é quando, próximo do lugar mais alto, nos deparamos com uma escada feita na gigantesca pedra e um corrimão de corrente alu
cinante. Nessa hora, quando se olha para trás, surge uma imagem linda do Rio de Janeiro. Mais alguns metros você estará literalmente no pico e se sentindo o dono do mundo com a Cidade Maravilhosa diante de seus pés. Absolutamente fantástico!”
PICO DA BANDEIRA (2.891 metros de altitude) – Por Carolina Lopes (texto e fotos):
“Eu já tinha ouvido falar muitas vezes desse passeio até o ponto mais alto de toda a Região Sudeste do Brasil e o terceiro do país. Mas só em 2009 resolvi me infiltrar no planejamento de um amigo e o sobrinho para descobrir as maravilhas dessa caminhada. Escolhemos um feriadão de 7 de setembro, enchemos as mochilas e partimos pra rodoviária com destino a Manhumirim (MG). E, depois, outro ônibus para Alto Caparaó (MG), onde realmente
começa a aventura. Resolvemos ir da forma mais fácil, pagando um jeep que nos levaria até a tronqueira, primeira área de camping. Encaramos uma trilha tranquila, com algumas pedras, com a cargueira nas costas pra passarmos 2 noites. No acampamento do terreirão montamos nossas barracas, 2 pequenas de 2 lugares, e ninguém queria dormir sozinho. Entramos no consenso de que uma barraca viraria nosso depósito, unirí
amos 2 sacos de dormir acopláveis e dormiríamos os 3 na outra barraca. Coisas arrumadas, acampamento ok, jantar terminado e a chuva começa, torrencial: mal deu tempo de recolher tênis e fogareiro, as panelas ficaram do lado de fora. Torcendo pra chuva parar, ficamos os 3 ilhados na barraca por horas que nem sei precisar. Às 2:30 a chuva diminuiu, as vasilhas estavam
pela metade de água e eu tinha necessidade extrema de ir ate ao toalete. Encarei os pingos e, pra minha surpresa, uma galera já estava a caminho do pico. Chamei meus meninos e partimos morro a cima pra uma perna de caminhada. Quando chegamos, o sol já vinha raiando, eu nem me lembrei do frio: só cons
egui fazer um filme com a câmera e nem narrar foi possível tamanho o deslumbre que eu tive!!! Depois disso, sim, parei pra vestir tudo o que fosse possível. Contemplamos o sol, os outros cumes mais baixos e o horizonte. Muitas fotos!!! Depois já era hora de descer e correr pra almoçar. Enquanto preparava o almoço, depois de um banho ultra gelado, esqueci do protetor solar e fiquei com febre. Passei o resto da tarde enrolada no cobertor de emergência, porque nossos sacos de dormir estavam ao sol pra acabar com a umidade da noite anterior. Veio uma nova noite,
nova chuva, cogitamos voltar ao cume, mas o cansaço falou mais alto. Pela manhã exploramos o camping, desmontamos o acampamento, pegamos a trilha e fomos tomar banho no acampamento da tronqueira pra depo
is preparar um belo almoço de sopa e macarrão instantâneo. Nosso jipeiro chegou pontualmente pra nos levar pra baixo e fizemos o caminho de volta chegando no Rio de Janeiro pela manhã cheios de aventuras pra contar!”



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Agulhinha da Gávea (RJ)
Armação dos Búzios (RJ)
Arpoador – Ipanema (RJ)
Bonde de Santa Teresa (RJ)
Calçada da Fauna – Itatiaia (RJ)
Corcovado – Parque Laje (RJ)
Costão de Itacoatiara – Niterói (RJ)
Dedo de Deus – Teresópolis (RJ)
Enseada do Cardeiro (Arraial-RJ)
Estação Alegria – Caju (RJ)
Excelsior – Alto da Boa Vista (RJ)
Fernando de Noronha (PE)
Forte Duque de Caxias – Leme (RJ)
Foz do Iguaçu (PR)
Genipabu – Natal (RN)
Grumari (RJ)
Ilha do Mel (PR)
Laguna (SC)
Mirante Último Adeus – Itatiaia (RJ)
Mirante do Caeté – Prainha (RJ)
Mirante Dona Marta – Botafogo (RJ)
Morro das Andorinhas – Niterói (RJ)
Morro do Borel – Usina (RJ)
Morro do Vidigal – São Conrado (RJ)
Museu da Fauna (Caldas Novas-GO)
Nove Ilhas – Lagoa Mundaú (AL)
Palmeira dos Índios (AL)
Parque da Catacumba – Lagoa (RJ)
Parque da Cidade – Niterói (RJ)
Parque Dois Irmãos – Leblon (RJ)
Parque Estadual da Pedra Branca (RJ)
Parque Nacional da Tijuca (RJ)
Pão de Açúcar – Urca (RJ)
Pedra Bonita – São Conrado (RJ)
Pedra da Gávea (RJ)
Pedra da Tartaruga – Guaratiba (RJ)
Pedra do Elefante – Niterói (RJ)
Pedra do Telégrafo – Guaratiba (RJ)
Pico da Tijuca-Alto da Boa Vista (RJ)
Pico do Perdido – Grajaú (RJ)
Piscina do Maromba – Itatiaia (RJ)
Pontal do Atalaia – Arraial (RJ)
Praia do Forno (Arraial do Cabo-RJ)
Serra de Caldas Novas (GO)
Taunay – Alto da Boa Vista (RJ)
Véu de Noiva – Itatiaia (RJ)
Zoológico de Volta Redonda (RJ)
Buenos Aires (Argentina)
Casablanca (Marrocos)
Deep Cove (Vancouver, Canadá)
Diamond Head (Havaí, EUA)
Grouse Mountain (Vancouver, CAN)
Hanauma Bay (Havaí, EUA)
Hollywood (Califórnia, EUA)
Laniakea Beach (Havaí, EUA)
Lighthouse (Vancouver, Canadá)
Lynn Canyon (Vancouver, Canadá)
Manoa Falls (Havaí, EUA)
Matsumoto-jo (Nagano, Japão)
Mount Seymour (Vancouver, Canadá)
Nakhon Ratchasima (Tailândia)
Pearl Harbor (Havaí, EUA)
Rabat (Marrocos)
Sea Life Park (Havaí, EUA)
Stade de France (Paris, França)
Stanley Park (Vancouver, Canadá)
Tatuagem de henna – Marrocos
Verona (Itália)
Publicado por acarloslobato em janeiro 21, 2012 às 10:57 pm r r
Muito bem elaborado esse Blog, meu caro.
Publicado por Luis C Theossi em fevereiro 13, 2012 às 4:47 pm r r
Muito bom o site!!!
Parabéns!!!
Já está em meus favoritos!!!