Maquete do Parque Nacional da Tijuca na exposição ‘Uma Floresta na Metrópole’

Um hectare corresponde a praticamente um campo de futebol. Agora, imagine uma área com 4 mil campos juntos! Algo parecido está na exposição ‘Uma Floresta na Metrópole’, no Parque Nacional da Tijuca (PNT), onde há uma miniatura dos 3.953 ha do parque mais visitado do país.

Locais famosos, como o Corcovado, a Pedra da Gávea, o ponto culminante no Pico da Tijuca e a Rampa de Voo Livre, podem ser visualizados facilmente. Para isto, basta acionar um dos botões no painel que a respectiva luz acenderá na maquete.

Montado no Centro de Visitantes do PNT, o atrativo presta informações sobre o turismo ecológico, além de difundir pesquisas, arte, educação e cultura: tudo voltado para o meio ambiente.

O turista interage de forma leve e divertida com a cadeia de morros que separa a região da Grande Tijuca, na Zona Norte, de alguns bairros com praias, mais precisamente a Zona Sul e a Barra da Tijuca.

O entretenimento inverte a relação espacial homem x montanha. O imponente maciço, que é visto de qualquer ponto da cidade e possui altitudes de até 1022m, tem os contornos minimizados aos pés do visitante na exposição.

Inaugurado em julho de 2001, o Centro de Visitantes ajuda a promover o PNT como uma reserva de vida e um legado para a humanidade.

A apresentação do banco de dados reforça a importância da conservação e manutenção deste patrimônio, que é uma herança para o futuro.

A densa vegetação do PNT reduz a poluição, além de reter e amenizar as forças de chuvas torrenciais. Esta imensa área abriga animais, rios cristalinos e nascentes que contribuem há séculos para que a própria floresta possa existir.

Sua cadeia de morros, com espessa vegetação tropical (característica do ecossistema Mata Atlântica), regula o clima do município. Sem este relevo montanhoso, os cariocas viveriam diante de um clima de 4º a 7ºC mais quente.

Muitos anos depois dos processos de devastação, uso agrícola e reflorestamento, o PNT passou a integrar em 1991 a Reserva da Biosfera.

Este reflorestamento – o primeiro heterogêneo (com espécies diferentes) da América Latina – salvou a cidade de longos períodos de seca.

O PNT divide-se fisicamente em quatro setores: o Setor Floresta da Tijuca, que compreende Floresta da Tijuca, Pico da Tijuca, Pico do Papagaio e Cascatinha Taunay; o Setor Serra da Carioca, com Parque Lage, Morro do Corcovado e Vista Chinesa; o Setor Pedra Bonita/Pedra da Gávea, que agrupa Pedra Bonita, Agulhinha, Pedra da Gávea e Rampa de Voo Livre; e o Setor Pretos Forros/Covanca, com a Serra dos Pretos Forros e Covanca.


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