Muitos turistas priorizam a ida ao Japão para fazer compras em Ginza, Shinjuku e Shibuya, além da zona eletrônica de Akihabara, em Tokyo. Outros aproveitam para conhecer este país, que possui imponentes castelos em seu território cujo tamanho representa cerca de 1/23 do Brasil.

As antigas construções são ainda mais valorizadas nesta ilha no Pacífico, tendo em vista seus diferentes períodos de reconstrução, após bomba atômica na II Guerra Mundial, tsunamis e terremotos – o país tem cerca de 3/4 de superfície montanhosa e mais de 40 vulcões ativos.
Intacto, o Matsumoto-jo é um dos poucos castelos ainda originais do Japão, apesar dos bombardeios ou desastres naturais.
As origens datam do Período dos Estados em Guerra (Sengoku) – construído de 1592 a 1614. Sua torre principal com seis andares foi erguida em 1594.
Devido ao seu valor histórico e arquitetônico, recebeu em 1936 o título de tesouro nacional.
Um dos “Três Famosos Castelos” do país, juntamente com o Himeji-jo e o Kumamoto-jo, ele fica na província de Nagano chamada Matsumoto.
A cor preta do castelo o distingue de quase todos os demais do país. No Inverno, ele contrasta com o branco da neve nas montanhas ao fundo. Seu interior conta com armas e armaduras desde a época da chegada dos portugueses (1543) até a Era Meiji (1868-1912).
Com um lago em volta, é um dos mais belos edifícios militares. Chamado de “karasujoo” (castelo do corvo), é um exemplo de uma “hirajiro”, pois foi construído na planície, e não na montanha.
Felizmente, o castelo negro de Matsumoto sobreviveu ao fim do xogunato (1868) graças a um leilão. Na época, o governo Meiji ordenou o fechamento e destruição de vários castelos. Ao ser colocado à venda, um empresário o adquiriu e evitou a sua demolição.
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