Os primeiros ocidentais a chegarem à China por mar foram os portugueses, ainda no século XVI. Hoje, enquanto o Brasil produz alimentos em abundância, os chineses precisam desses alimentos para abastecer mais de um bilhão de consumidores. Por outro lado, os asiáticos têm tecnologias sofisticadas que podem atender aos brasileiros. Em meio a essa troca entre as economias complementares de Brasil e China, o maior monumento em homenagem a um país oriental de toda a América Latina fica no Rio de Janeiro: a Vista Chinesa, um patrimônio histórico-cultural.

Construído entre 1902 e 1906, ele simboliza os chineses que trouxeram o cultivo do chá para o Brasil no início do século XIX. Nesta época, em setembro de 1813, uma crônica do jornalista Hipólito José da Costa sugeria que o Brasil focasse no desenvolvimento do mercado interior, abolindo a escravidão que nada consumia e substituindo-a por homens livres, como a China o fizera milênios antes.
Desta forma, ela teria virado um país rico e poderoso através do consumo interno. O trecho dizia: “A China não tem comércio externo, e contudo é um próspero, rico e respeitável país. A comparação da China com o Brasil não é descomedida, em ponto de capacidade de terreno, fertilidade do chão, bondade do clima, e facilidade de comunicações internas. Logo, julgamos muito ajuizado imitar no Brasil a política dos chineses.”
A arquitetura da Vista Chinesa apresenta a estrutura de um templo com características orientais de um pagode hexagonal. Se atualmente os cariocas reconhecem a palavra “pagode” como um estilo musical ligado às raízes do samba, o termo era o nome das festas de escravos nas senzalas.
A palavra, no entanto, surgiu no idioma francês em 1545, significando “templo de uma religião oriental”.
Na China, portanto, é um pavilhão religioso e de construção típica, situado dentro ou próximo de templos, onde é feito culto aos deuses. Os visitantes mais atentos da Vista Chinesa se deparam com gárgulas com formato de cabeça de dragão ornamentando o pagode nas extremidades superiores dos troncos, que por sua vez são semelhantes a bambus.
Na arquitetura, a gárgula – quase sempre em forma de animal ou figura grotesca – serve como goteira esculpida, escoando a água das calhas dos telhados longe das paredes ou das fontes. Assim como “pagode”, “gárgula” surgiu do francês “gargouille“, originado de “gargalo” ou “garganta”, em Latim “gurgulio”, “gula”. Uma das lendas diz que elas eram guardiãs das catedrais que ganhavam vida à noite.
Na China, o dragão é uma figura mítica e tem festas folclóricas dedicadas a ele, assim como templos e pagodes também são construídos em sua honra. Para os dragões, inclusive, são queimados incensos e dirigidas orações.
Eles simbolizam chineses que se definem como “Long De Chuan Ren” (Filhos do Dragão), sendo relacionados à abundância, prosperidade e boa fortuna.
Para visitar o mirante, que fica a 380 metros acima do nível do mar no Parque Nacional da Tijuca, de onde se pode avistar o Cristo Redentor, a Lagoa Rodrigo de Freitas e o Pão de Açúcar, é aconselhável levar um lanche, pois não há estabelecimento que venda alimentos por perto. A opção mais cômoda é ir de carro, sendo que os acessos pelo bairro do Jardim Botânico e pelo Alto da Boa Vista são os mais utilizados.
Hoje, também é comum ver ciclistas passando pelo local, que inclusive conta com bicicletário. A estrada foi inaugurada em 1856 com a ajuda de chineses que não tinham habilidade para trabalhar na agricultura. Uma das moradias deles ficou registrada em um mapa da área, que em 1844 mostrava uma edificação denominada “Casa dos Chinas”, provavelmente no mesmo local que virou Vista Chinesa.
View Larger Map






Quando se entra pelo Norte na Baía de Guanabara, é possível apreciar, de longe, uma cadeia de montanhas de aproximadamente 20 km. Com boa vontade, o formato lembra o de um “corpo de um homem deitado de costas“. Neste perfil, a cabeça é a
Junto ao litoral carioca, o “vulto humano” se estende por bairros das zonas Sul e Oeste (Barra da Tijuca, São Conrado, Leblon, Ipanema, Copacabana, Botafogo e Urca), como se estivesse protegendo a costa.
E o tom de Teresópolis parece não incomodar um outro gigante neste imenso anfiteatro, como mostra a silhueta do
Outros ironizam que ele prefere ficar em sono profundo a fantasiar sensações, justamente para não sofrer acordado com as injustiças. Há quem diga que dormiu em berço esplêndido, após perguntar para os céus “o que estão fazendo com o mundo?” e não encontrar respostas.
Segundo a propaganda, “uma lenda diz que o futuro pertencia ao gigante, mas que ele nunca acordaria e que o futuro seria para ele sempre isso: futuro. No entanto, com o passar do tempo ficou claro que nem mesmo as lendas devem dizer ‘nunca’… acordou, ergueu-se sobre a terra da qual era parte e ficou de frente para o horizonte“.
Dádiva da natureza e produto da erosão, a estranheza das esculturas é prato cheio para os que acreditam em marcas da presença dos fenícios, obras de extraterrestres ou até mesmo significados esotéricos. Por falar em lendas, os descobridores do Brasil teriam escutado dos índios uma série delas, entre elas a da batalha travada por Deuses em um planeta distante, com dois irmãos fugindo para a Terra em um pássaro voador.
A dupla foi perseguida por inimigos, em um outro pássaro de fogo, e acabou morrendo na luta ocorrida sobre as águas da Baía de Guanabara. Em seguida, Deuses os homenagearam com marcas nas montanhas para deixá-los eternamente lembrados.
No 
Ao observarem o maior bloco de pedra do planeta que termina diretamente no mar, muitos dizem que ele sugere um touro alado da Assíria, imagem usada no Oriente Médio para representar o grande poder.
A pedra também conta com um enigma que seria resultado de falhas geológicas ou a inscrição LAABHTEJBARRIZDABNAISINEOFRUZT esculpida no rochedo. Neste último caso, ela seria fenícia, cuja tradução seria “Aqui Badezir, rei de Tiro, filho mais velho de Jetbaal”. Também é objeto de lendas uma espécie de portal natural retangular, de aproximadamente 15 metros de altura, quase no topo da Pedra da Gávea.
Uma delas conta que o portal seria um túnel escondido para Agarta, império subterrâneo com milhares de habitantes. Outra diz que ele estaria ligado a dimensões e lugares sagrados. Essa atmosfera atraiu até a indústria cinematográfica: a pedra já representou o túmulo de um rei fenício (Roberto Carlos e o Diamante Cor-de-Rosa) e uma caverna que esconde um mundo de monstros (Os Trapalhões na Terra dos Monstros).
Em 1952, a hoje extinta revista O Cruzeiro publicou uma foto de um suposto disco voador ao lado da pedra. O texto de Ed Keffel e João Martins informava:
Em meio aos fatos e lendas, o local é visto de diversas partes do Rio de Janeiro. Isto significa que, do alto dos seus 842 metros, o visitante tem uma visão privilegiada das praias mais famosas do Rio de Janeiro e do ‘coração’ da Lagoa Rodrigo de Freitas, além de montanhas como Pão de Açúcar e Corcovado. Mas, para alcançar o mirante, é preciso encarar a Trilha Gabriel Buchmann, que alterna partes fáceis e difíceis.
A subida é bem íngreme, com muitos degraus. Até a metade do percurso, as sombras das árvores são aliadas. Depois de meia hora de subida, os primeiros grandes obstáculos começam a aparecer, entre eles uma pequena escalaminhada por raízes e troncos de árvores, além de um bloco de pedra com grampos que servem como verdadeiros degraus.
O cenário, com paredões úmidos e água para se refrescar, faz o visitante se sentir fora de uma metrópole. Após cerca de uma hora de subida, já é possível ver parte da região da Barra da Tijuca. Basta subir na Pedra do Navio, que parece ter popa e proa, de tão incrível que é o seu formato. Depois, surge a Praça da Bandeira, um tradicional ponto de descanso visando à Carrasqueira.
Afinal, é o trecho considerado mais difícil de toda a trilha: uma escalaminhada perto de um abismo. Profissionais recomendam uso de material de segurança, como cordas.
PLACA NO INÍCIO DA TRILHA
► Área de alta incidência de incêndios: não acenda tochas e fogueiras, nem faça churrasco
► Mantenha-se na trilha, não utilize os atalhos. Eles provocam erosão e causam acidentes

Ao todo, o ataque a Pearl Harbor durou duas horas, danificando ou destruindo 11 navios e 188 aviões, além de causar a morte de 2.403 militares norte-americanos (1.177 deles no USS Arizona) e 68 civis.
Desde então, gotas pretas do combustível vazam de tanques rachados dos navios afundados.
Os mais impressionados dizem que o óleo que continua brotando e manchando as águas representariam o luto, simbolizando metaforicamente as lágrimas dos homens da marinha que morreram presos dentro do USS Arizona – restos de cerca de 900 tripulantes não foram localizados.
Ainda assim, atualmente há uma equipe preparada para lidar com um possível grande vazamento no local, onde os destroços seriam cercados por barreiras para conter o petróleo.
Com sorte, o turista tem a oportunidade de ouvir histórias diretamente da boca de sobreviventes.
Marcas de caminhadas de diversos bichos discretos por natureza, que instigam a curiosidade e alimentam a fantasia do homem desde os primórdios, estão registradas na Calçada da Fauna. Pegadas de paca, biguá e capivara são alguns exemplos. A iniciativa do PNI faz parte de um trabalho de conscientização capaz de alimentar a esperança de que as espécies – e a mata – possam ter sua preservação assegurada.
Caça, poluição, destruição do ambiente e excessiva utilização dos recursos naturais são fatores que levam à extinção de animais e plantas mais sensíveis ou visados. Entre os ameaçados de extinção na região estão a capivara, que ocorria em grandes manadas no Rio Paraíba e afluentes; o lobo-guará, maior canídeo da América do Sul; e o gavião-real, maior ave caçadora da Mata Atlântica.
O cabeça-seca, grande ave típica de ambientes ribeirinhos e pantanosos, e a anta, habitante de matas primárias de grande extensão, são exemplos de animais já extintos na região.
A exposição conta com animais que foram mortos naturalmente – e não pela ação antrópica. Ou seja, não houve uma caça predatória para o procedimento. Todos os empalhados ficam em posições e atitudes semelhantes às adotadas quando eram vivos em seus habitats. Outra atração é a reprodução dos cantos de dezenas de pássaros da Mata Atlântica.

Uma das sugestões de passeio no local é a Pedra Aguda, popularmente chamada de Agulhinha da Gávea devido ao formato pontiagudo que rasga a floresta a uma altitude de 610 metros.
A Agulhinha deixa de lado o simples papel de coadjuvante do Setor C ao ser explorada. Além disso, é uma boa pedida para os montanhistas de primeira viagem.
Porém, uma outra placa marca 240 metros na chegada ao cume da Agulhinha da Gávea. Controvérsias à parte, o visitante precisa atravessar a floresta durante cerca de 20 minutos para alcançar o topo.
Afinal, o nível de dificuldade desta subida é muito menor em comparação ao
A vista compreende ainda o 




Google translate
Agulhinha da Gávea (RJ)
Armação dos Búzios (RJ)
Arpoador – Ipanema (RJ)
Calçada da Fauna – Itatiaia (RJ)
Corcovado – Parque Laje (RJ)
Costão de Itacoatiara – Niterói (RJ)
Dedo de Deus – Teresópolis (RJ)
Enseada do Cardeiro (Arraial-RJ)
Estação Alegria – Caju (RJ)
Excelsior – Alto da Boa Vista (RJ)
Fernando de Noronha (PE)
Forte Duque de Caxias – Leme (RJ)
Foz do Iguaçu (PR)
Genipabu – Natal (RN)
Gigante que Dorme (RJ)
Grumari (RJ)
Ilha do Mel (PR)
Mirante Último Adeus – Itatiaia (RJ)
Mirante do Caeté – Prainha (RJ)
Mirante Dona Marta – Botafogo (RJ)
Morro das Andorinhas – Niterói (RJ)
Morro do Borel – Usina (RJ)
Morro do Vidigal – São Conrado (RJ)
Museu da Fauna (Caldas Novas-GO)
Nove Ilhas – Lagoa Mundaú (AL)
Palmeira dos Índios (AL)
Parque da Catacumba – Lagoa (RJ)
Parque da Cidade – Niterói (RJ)
Parque Dois Irmãos – Leblon (RJ)
Parque Estadual da Pedra Branca (RJ)
Parque Nacional da Tijuca (RJ)
Pão de Açúcar – Urca (RJ)
Pedra Bonita – São Conrado (RJ)
Pedra da Gávea (RJ)
Pedra da Tartaruga – Guaratiba (RJ)
Pedra do Elefante – Niterói (RJ)
Pedra do Telégrafo – Guaratiba (RJ)
Pico da Tijuca-Alto da Boa Vista (RJ)
Pico do Perdido – Grajaú (RJ)
Piscina do Maromba – Itatiaia (RJ)
Pontal do Atalaia – Arraial (RJ)
Praia do Forno (Arraial do Cabo-RJ)
Serra de Caldas Novas (GO)
Taunay – Alto da Boa Vista (RJ)
Véu de Noiva – Itatiaia (RJ)
Zoológico de Volta Redonda (RJ)
Buenos Aires (Argentina)
Deep Cove (Vancouver, Canadá)
Diamond Head (Havaí, EUA)
Grouse Mountain (Vancouver, CAN)
Hanauma Bay (Havaí, EUA)
Hollywood (Califórnia, EUA)
Laniakea Beach (Havaí, EUA)
Lighthouse (Vancouver, Canadá)
Lynn Canyon (Vancouver, Canadá)
Manoa Falls (Havaí, EUA)
Mount Seymour (Vancouver, Canadá)
Pearl Harbor (Havaí, EUA)
Sea Life Park (Havaí, EUA)
Stanley Park (Vancouver, Canadá)
COMENTÁRIOS DE INTERNAUTAS