Antropólogos, cientistas, esotéricos, geólogos e historiadores nunca chegam a um consenso sobre quem ou o que esculpiu a Cabeça do Imperador, aquele enorme rosto que lembra o do Imperador D. Pedro II e chama a atenção de todos na Pedra da Gávea. O fato é que nenhuma montanha no Brasil é cercada de tanto mistério. Muitos acreditam em lendas e até na existência de sinais de outras civilizações anteriores à chegada dos descobridores, dando de ombros para a ação da natureza ao longo do tempo.

Ao observarem o maior bloco de pedra do planeta que termina diretamente no mar, muitos dizem que ele sugere um touro alado da Assíria, imagem usada no Oriente Médio para representar o grande poder.
Porém, se analisarem do mar, ou seja, por trás da Cabeça do Imperador, o formato da montanha fica parecido com um cesto de gávea. Daí vem a explicação do nome do local, batizado por marujos portugueses em 1502.
A pedra também conta com um enigma que seria resultado de falhas geológicas ou a inscrição LAABHTEJBARRIZDABNAISINEOFRUZT esculpida no rochedo. Neste último caso, ela seria fenícia, cuja tradução seria “Aqui Badezir, rei de Tiro, filho mais velho de Jetbaal”. Também é objeto de lendas uma espécie de portal natural retangular, de aproximadamente 15 metros de altura, quase no topo da Pedra da Gávea.
Uma delas conta que o portal seria um túnel escondido para Agarta, império subterrâneo com milhares de habitantes. Outra diz que ele estaria ligado a dimensões e lugares sagrados. Essa atmosfera atraiu até a indústria cinematográfica: a pedra já representou o túmulo de um rei fenício (Roberto Carlos e o Diamante Cor-de-Rosa) e uma caverna que esconde um mundo de monstros (Os Trapalhões na Terra dos Monstros).
Em 1952, a hoje extinta revista O Cruzeiro publicou uma foto de um suposto disco voador ao lado da pedra. O texto de Ed Keffel e João Martins informava:
“Fantástico mas real! O disco voador sobrevoando a Pedra da Gávea, vendo-se a sua parte inferior (…) num furo jornalístico espetacular, a mais sensacional documentação jamais conseguida sobre o mistério dos discos voadores. O estranho objeto veio do mar, com enorme velocidade, e foi visto durante um minuto, de cor cinza-azulado, absolutamente silencioso, sem deixar rastros de fumaça ou de chamas. Relato completo da fascinante aparição na Barra da Tijuca“.
Em meio aos fatos e lendas, o local é visto de diversas partes do Rio de Janeiro. Isto significa que, do alto dos seus 842 metros, o visitante tem uma visão privilegiada das praias mais famosas do Rio de Janeiro e do ‘coração’ da Lagoa Rodrigo de Freitas, além de montanhas como Pão de Açúcar e Corcovado. Mas, para alcançar o mirante, é preciso encarar a Trilha Gabriel Buchmann, que alterna partes fáceis e difíceis.
A subida é bem íngreme, com muitos degraus. Até a metade do percurso, as sombras das árvores são aliadas. Depois de meia hora de subida, os primeiros grandes obstáculos começam a aparecer, entre eles uma pequena escalaminhada por raízes e troncos de árvores, além de um bloco de pedra com grampos que servem como verdadeiros degraus.
O cenário, com paredões úmidos e água para se refrescar, faz o visitante se sentir fora de uma metrópole. Após cerca de uma hora de subida, já é possível ver parte da região da Barra da Tijuca. Basta subir na Pedra do Navio, que parece ter popa e proa, de tão incrível que é o seu formato. Depois, surge a Praça da Bandeira, um tradicional ponto de descanso visando à Carrasqueira.
Afinal, é o trecho considerado mais difícil de toda a trilha: uma escalaminhada perto de um abismo. Profissionais recomendam uso de material de segurança, como cordas.
Superando esse trecho e o portal dos fenícios, o visitante terá de vencer alguns trechos com auxílio das mãos, durante uns 15 a 20 minutos, para alcançar o cume.
PLACA NO INÍCIO DA TRILHA
(ano de 2011)
► Não é permitido o acesso de cães e outros animais domésticos;
► Não é permitido acampar ou pernoitar dentro dos limites do Parque;
► Horário de funcionamento: de 8h às 17h (18h no horário de verão)
► Informe na guarita o seu nome, contato, e horários de entrada e saída
► Área de alta incidência de incêndios: não acenda tochas e fogueiras, nem faça churrasco
► Utilize preferencialmente roupas leves, boné, tênis ou bota de caminhada com meias
► Use preferencialmente filtro solar e repelente
► Leve água potável, lanche leve e kit de primeiros socorros
► Mantenha-se na trilha, não utilize os atalhos. Eles provocam erosão e causam acidentes
► Respeite a sinalização na floresta. Ela auxilia na sua segurança. Não lhe cause danos
► Proteja os animais e as plantas
► Mantenha o Parque limpo, traga de volta o seu lixo e – sempre que puder – recolha o que encontrar
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Ao todo, o ataque a Pearl Harbor durou duas horas, danificando ou destruindo 11 navios e 188 aviões, além de causar a morte de 2.403 militares norte-americanos (1.177 deles no USS Arizona) e 68 civis.
Desde então, gotas pretas do combustível vazam de tanques rachados dos navios afundados.
Os mais impressionados dizem que o óleo que continua brotando e manchando as águas representariam o luto, simbolizando metaforicamente as lágrimas dos homens da marinha que morreram presos dentro do USS Arizona – restos de cerca de 900 tripulantes não foram localizados.
Ainda assim, atualmente há uma equipe preparada para lidar com um possível grande vazamento no local, onde os destroços seriam cercados por barreiras para conter o petróleo.
Com sorte, o turista tem a oportunidade de ouvir histórias diretamente da boca de sobreviventes.
Marcas de caminhadas de diversos bichos discretos por natureza, que instigam a curiosidade e alimentam a fantasia do homem desde os primórdios, estão registradas na Calçada da Fauna. Pegadas de paca, biguá e capivara são alguns exemplos. A iniciativa do PNI faz parte de um trabalho de conscientização capaz de alimentar a esperança de que as espécies – e a mata – possam ter sua preservação assegurada.
Caça, poluição, destruição do ambiente e excessiva utilização dos recursos naturais são fatores que levam à extinção de animais e plantas mais sensíveis ou visados. Entre os ameaçados de extinção na região estão a capivara, que ocorria em grandes manadas no Rio Paraíba e afluentes; o lobo-guará, maior canídeo da América do Sul; e o gavião-real, maior ave caçadora da Mata Atlântica.
O cabeça-seca, grande ave típica de ambientes ribeirinhos e pantanosos, e a anta, habitante de matas primárias de grande extensão, são exemplos de animais já extintos na região.
A exposição conta com animais que foram mortos naturalmente – e não pela ação antrópica. Ou seja, não houve uma caça predatória para o procedimento. Todos os empalhados ficam em posições e atitudes semelhantes às adotadas quando eram vivos em seus habitats. Outra atração é a reprodução dos cantos de dezenas de pássaros da Mata Atlântica.

Uma das sugestões de passeio no local é a Pedra Aguda, popularmente chamada de Agulhinha da Gávea devido ao formato pontiagudo que rasga a floresta a uma altitude de 610 metros.
A Agulhinha deixa de lado o simples papel de coadjuvante do Setor C ao ser explorada. Além disso, é uma boa pedida para os montanhistas de primeira viagem.
Porém, uma outra placa marca 240 metros na chegada ao cume da Agulhinha da Gávea. Controvérsias à parte, o visitante precisa atravessar a floresta durante cerca de 20 minutos para alcançar o topo.
Afinal, o nível de dificuldade desta subida é muito menor em comparação ao
A vista compreende ainda o 




Famosos fenômenos da natureza com este nome estão na Chapada dos Guimarães-MT (cachoeira de 86 metros de altura), em Urubici-SC (25m), na Serra do Cipó-MG (55m) e em Itatiaia-RJ (40m). Esta última fica no Parque Nacional do Itatiaia, o mais antigo do país (1937), e suas águas são do Rio Maromba, que mais adiante ainda forma a
Depois de entrar pela portaria do Parque no km 5 da estrada, o visitante passa pelo
É preciso ter atenção pelo fato de ela ser escorregadia. Em pontes e escadas, inclusive, todo o cuidado é pouco. A 260 metros do fim da trilha, há uma bifurcação para a Cachoeira do Itaporani, que está a 520 metros daquele trecho.
De acesso restrito, a Restinga da Marambaia também é utilizada atualmente para exercícios militares e experimentos de armamentos.
O objetivo seria a prevenção de possíveis ataques dos U-boats alemães às embarcações brasileiras. Como as informações eram transmitidas via rádio por meio de um gerador, o mirante ficou conhecido como Pedra do Telégrafo.
Este marco natural do Parque Estadual da Pedra Branca (PEPB) é alcançado em cerca de 1h30 de caminhada.
Além da língua de areia da restinga, o panorama de 360 graus da Pedra do Telégrafo contempla a Ilha Grande, a 


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Agulhinha da Gávea (RJ)
Armação dos Búzios (RJ)
Arpoador – Ipanema (RJ)
Bonde de Santa Teresa (RJ)
Calçada da Fauna – Itatiaia (RJ)
Corcovado – Parque Laje (RJ)
Costão de Itacoatiara – Niterói (RJ)
Dedo de Deus – Teresópolis (RJ)
Enseada do Cardeiro (Arraial-RJ)
Estação Alegria – Caju (RJ)
Excelsior – Alto da Boa Vista (RJ)
Fernando de Noronha (PE)
Forte Duque de Caxias – Leme (RJ)
Foz do Iguaçu (PR)
Genipabu – Natal (RN)
Grumari (RJ)
Ilha do Mel (PR)
Laguna (SC)
Mirante Último Adeus – Itatiaia (RJ)
Mirante do Caeté – Prainha (RJ)
Mirante Dona Marta – Botafogo (RJ)
Morro das Andorinhas – Niterói (RJ)
Morro do Borel – Usina (RJ)
Morro do Vidigal – São Conrado (RJ)
Museu da Fauna (Caldas Novas-GO)
Nove Ilhas – Lagoa Mundaú (AL)
Palmeira dos Índios (AL)
Parque da Catacumba – Lagoa (RJ)
Parque da Cidade – Niterói (RJ)
Parque Dois Irmãos – Leblon (RJ)
Parque Estadual da Pedra Branca (RJ)
Parque Nacional da Tijuca (RJ)
Pão de Açúcar – Urca (RJ)
Pedra Bonita – São Conrado (RJ)
Pedra da Gávea (RJ)
Pedra da Tartaruga – Guaratiba (RJ)
Pedra do Elefante – Niterói (RJ)
Pedra do Telégrafo – Guaratiba (RJ)
Pico da Tijuca-Alto da Boa Vista (RJ)
Pico do Perdido – Grajaú (RJ)
Piscina do Maromba – Itatiaia (RJ)
Pontal do Atalaia – Arraial (RJ)
Praia do Forno (Arraial do Cabo-RJ)
Serra de Caldas Novas (GO)
Taunay – Alto da Boa Vista (RJ)
Véu de Noiva – Itatiaia (RJ)
Zoológico de Volta Redonda (RJ)
Buenos Aires (Argentina)
Casablanca (Marrocos)
Deep Cove (Vancouver, Canadá)
Diamond Head (Havaí, EUA)
Grouse Mountain (Vancouver, CAN)
Hanauma Bay (Havaí, EUA)
Hollywood (Califórnia, EUA)
Laniakea Beach (Havaí, EUA)
Lighthouse (Vancouver, Canadá)
Lynn Canyon (Vancouver, Canadá)
Manoa Falls (Havaí, EUA)
Matsumoto-jo (Nagano, Japão)
Mount Seymour (Vancouver, Canadá)
Nakhon Ratchasima (Tailândia)
Pearl Harbor (Havaí, EUA)
Rabat (Marrocos)
Sea Life Park (Havaí, EUA)
Stade de France (Paris, França)
Stanley Park (Vancouver, Canadá)
Tatuagem de henna – Marrocos
Verona (Itália)
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